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2022/07/25

Promovere civitatem! O feitiço que faltava na sua autarquia.

O que é que o universo mágico de Harry Potter pode oferecer ao seu município? Descubra!

 

Quem é que nunca desejou viver num mundo onde a magia existisse? Onde feitiços e poções estão ali ao nosso dispor para nos ajudar nas tarefas? Onde criaturas míticas nos rodeiam e nos deslumbram?

Quem leu os livros da saga Harry Potter com certeza partilha destes sentimentos.

O universo escrito por J.K. Rowling deixou o mundo verdadeiramente fascinado. O sucesso desta história converte-se em mais de 450 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, estando traduzido para mais de 70 idiomas.

Mais do que a própria magia, o mundo de Harry Potter trouxe-nos muitas lições e reflexões que podemos aproveitar e aplicar no nosso dia-a-dia.

Vamos aqui deixar um pouco de lado o poder do amor e da amizade, a importância da liberdade (em todos os sentidos) e da quebra de preconceitos.

Neste artigo vamos focar-nos em como alguns dos ensinamentos desta saga nos podem inspirar e ainda perceber como os transpor para as autarquias.

O quê? Achou estranha a junção destes dois mundos?

Leia e descubra que estes universos não estão assim tão distantes!

 

“Não são as nossas atitudes que mostram quem realmente somos. São as nossas escolhas”. (Alvo Dumbledore)

Muitas vezes pensamos que as nossas ações dizem muito sobre nós, como realmente somos em essência, mas na verdade o que importa são as nossas escolhas.

Isso porque certas atitudes podem ser tomadas por impulso, numa reação subsequente a outra ação, quase que um efeito dominó. Contudo, as nossas escolhas são ponderadas. Reservamos um tempo para refletir sobre algo antes de tomar uma decisão.

Por isso as escolhas são mais importantes do que as atitudes na gestão de uma autarquia. Nada é feito impulsivamente dentro de um município. É preciso considerar diferentes hipóteses e estratégias para que no fim o cidadão saia beneficiado ao máximo.

Se não houvesse essa atenção às escolhas que tomamos, toda a comunidade seria organizada em volta do caos. Não faz sentido, não é?

 

“É o grau de compromisso que determina o sucesso, não o número de seguidores”. (Remo Lupin)

Um dos fatores mais importantes no que se refere ao alcançar de objetivos é justamente o esforço e a confiança de que eles um dia se irão concretizar. Isso porque não atingimos as nossas metas da noite para o dia. É preciso trabalho duro e dedicação.

Ter convicção no trabalho desenvolvido nas autarquias é um ponto fulcral para o sucesso dos serviços ali prestados. Todo este compromisso com o trabalho reflete-se com toda a certeza na qualidade do atendimento de uma instituição.

É acreditar no maior propósito das autarquias, cujo trabalho é feito de e para o cidadão. O grau de compromisso nesta missão é o que faz com que o cidadão se sinta satisfeito com o seu poder local.

 

“Haverá um momento em que teremos de escolher entre o que é fácil e o que é certo”. (Alvo Dumbledore)

O ponto fulcral sobre as escolhas é saber discernir o que é certo e o que é fácil.

Muitas vezes deparamo-nos com situações nas quais o caminho mais fácil, mais cómodo parece o mais seguro. Porque sempre se fez assim, não há motivo para mudar.

No entanto, algumas situações exigem de nós outra postura. O caminho correto nem sempre se apresenta como o mais confiante, e podem até surgir dúvidas no meio do percurso.  

Escolher entre o que é fácil e o que é correto requer um mindset mais afinado, com uma visão para o futuro e o que estas ações podem desencadear.

Nas autarquias, escolher pelo fácil é simples. Sempre se fez assim, porquê inovar? Contudo, é preciso ter a consciência de que às vezes devem ser feitos sacrifícios pelo caminho. Porque é o correto, é o futuro. E não devemos temer aquilo que não conhecemos.

 

“Todos nós temos luz e trevas dentro de nós. O que importa é o lado em que escolhemos agir. Isto é o que nos define”. (Sirius Black)

A dualidade entre o preto e o branco, a luz e a sombra, o bem e o mal, o certo e errado rodeia-nos desde pequeninos.  E desde muito cedo somos intimados a escolher um dos lados.

Contudo, quando amadurecemos, percebemos que o mundo é na realidade um pouco dos dois, em nuances. Certas situações podem despertar o melhor de nós, e também o pior. E isto não nos define por completo.

Haverá pessoas que vão julgar, mas a opinião mais importante é aquela em que acreditamos. Como escolhemos agir, tomar decisões, isto é o que nos faz ser quem somos de verdade.

Assim como nas autarquias há boas e más decisões, há erros e acertos. O que importa no final é perceber que o foco, desde o princípio, foi em prol do cidadão. A forma como agimos para garantir o seu bem-estar, a sua qualidade de vida em comunidade.

 

 “A verdade é uma coisa terrível e linda, e, portanto, deve ser tratada com muito cuidado”. (Alvo Dumbledore)

Não é à toa que a transparência é um dos pilares da cidadania.

Sem ela, não se constrói proximidade, confiança, segurança e muitos outros sentimentos que uma comunidade local necessita para viver em harmonia com o seu poder local.

Seja no mundo mágico de Harry Potter ou na nossa realidade, há uma única certeza: a verdade é essencial. É preciso ser verdadeiro com aquilo que se representa e em que se acredita. Custe o que custar.

Esta deve ser a base de qualquer pessoa, real ou ficcional. E para isso é preciso haver transparência.

Uma informação distorcida ou omissa pode desencadear uma série de eventos desastrosos (seja no Ministério da Magia ou na sua autarquia). Portanto, o cuidado com a verdade deve ser um dos pontos de maior atenção na gestão municipal.

 

“A indiferença e o abandono muitas vezes causam mais danos do que a aversão direta." (Alvo Dumbledore)

Ninguém gosta de ser tratado de maneira indiferente. A insensibilidade e/ou desinteresse relativamente a alguém ou alguma coisa pode desencadear uma série de situações desagradáveis, ainda mais se for algo de caráter urgente.

A desconsideração, muitas vezes, ainda pode despertar reações inesperadas nas pessoas – como revolta, tristeza e indignação. O sentimento de abandono, idem.

Já parou para pensar no que se passa na cabeça de um cidadão que, por algum motivo, passou por estes sentimentos todos quando mais precisou da ajuda do seu poder local?

É por isto que é fulcral ter muita atenção e cuidado com o atendimento ao munícipe! É preciso disponibilizar 1001 formas de resolver as questões trazidas pelos moradores. Saber ouvir sempre foi e sempre será, peça fundamental no atendimento ao público.

Além disso, as pessoas têm a tendência de falar bem de uma experiência gratificante que tiveram, independentemente do sítio ou circunstância. Imagine se essa boa publicidade for ligada ao atendimento da sua autarquia.

 

“As palavras são, na minha nada humilde opinião, a nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de causar grandes sofrimentos e também de remediá-los”. (Alvo Dumbledore)

Assim como a transparência e a participação, um dos maiores pilares da democracia local é a comunicação! Sem haver comunicação, nada se cria, nada se organiza, nada se faz.

É preciso comunicar, mas mais do que isso, é o saber como o fazer, o porquê de o fazer e para quem vai ser direcionada.

Responder a estas questões pode parecer difícil, mas esta reflexão é fundamental para se criar uma estratégia de comunicação eficaz. E os resultados positivos a colher deste trabalho são muitos!

Uma autarquia que comunica cria laços com os seus moradores, incentiva a participação na criação de uma comunidade mais unida e confiante no seu poder local.

Neste sentido, o prof. Dumbledore está correto: as palavras são a nossa inesgotável fonte de magia!

 

Viu? Quem foi que disse que o mundo de Harry Potter não se encaixa nas autarquias?

O objetivo da WireMaze é fomentar a discussão da modernização administrativa. Queremos ajudar na desmaterialização de processos complexos para aumentar a proximidade da sua autarquia com o seu cidadão.

Faça parte desta mudança!

 

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