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- Prejuízo de 10 mil milhões de euros decorrentes de ciberataques em Portugal
Prejuízo de 10 mil milhões de euros decorrentes de ciberataques em Portugal
Fuja desta estatística e saiba como proteger a sua instituição com esta listagem de boas práticas de cibersegurança.

Em 2024, Portugal continuou a enfrentar desafios significativos em cibersegurança. As autarquias e outras entidades públicas foram alvos de ataques disruptivos e ransomware, que causaram a indisponibilidade de serviços críticos e prejudicaram a confiança do público.
Estima-se que os prejuízos anuais decorrentes de ciberataques em Portugal tenham alcançado os 10 mil milhões de euros, um valor considerável que reflete o aumento da frequência e sofisticação dessas ameaças.
Em resposta, as autarquias têm adotado estratégias mais robustas de defesa cibernética, como o fortalecimento de protocolos de segurança e a formação dos funcionários em práticas seguras de uso de sistemas digitais.
Essas ameaças exigem que as instituições públicas portuguesas aperfeiçoem as suas práticas de cibersegurança, de modo a proteger informações sensíveis e garantir a continuidade dos serviços, reduzindo o impacto económico e social dos ciberataques.
Para isto, separámos algumas boas práticas importantíssimas para adotar e proteger os seus sistemas e dados internos:
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✅ Fortalecimento da Governança e Políticas: Implementar políticas de segurança claras e abrangentes que abranjam todos os níveis da organização. Aderir à diretiva NIS2, garantindo conformidade com os novos requisitos regulatórios.
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✅ Formação e Sensibilização: Promover formações regulares para funcionários sobre identificação de ameaças como phishing e ransomware. Estimular boas práticas no uso de palavras-passe, incluindo a utilização de palavras-passe fortes e únicas para cada sistema.
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✅ Proteção de Infraestruturas e Sistemas: Atualizar e corrigir software regularmente para eliminar vulnerabilidades conhecidas. Implementar firewalls e sistemas de deteção de intrusão (IDS) para monitorização constante. Adotar ferramentas como XDR (Extended Detection and Response) para monitorização avançada e resposta a ameaças.
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✅ Segmentação e Controlo de Acesso: Utilizar o Princípio do Menor Privilégio, restringindo acessos a dados e sistemas com base nas funções dos utilizadores. Monitorizar e rever regularmente os acessos administrativos para evitar usos indevidos.
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✅ Backup e Recuperação: Criar e manter cópias de segurança regulares de dados críticos, armazenando-as em locais seguros e isolados. Testar periodicamente os planos de recuperação de desastres para garantir a prontidão em caso de incidentes.
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✅ Defesa Contra Ataques de Ransomware: Bloquear anexos de e-mails potencialmente perigosos e desabilitar macros no Microsoft Office. Implementar software anti-ransomware e manter ferramentas de decriptação atualizadas.
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✅ Monitorização e Análise de Riscos: Monitorar constantemente os sistemas para identificar atividades suspeitas. Realizar auditorias regulares de segurança e testes de penetração para identificar fraquezas antes que sejam exploradas.
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✅ Planeamento de Incidentes: Desenvolver e praticar um plano de resposta a incidentes, incluindo comunicações internas e externas. Garantir que as equipas responsáveis por segurança têm acesso imediato a recursos especializados em caso de ataque.
Essas práticas têm por objetivo fortalecer a resiliência cibernética das instituições públicas e mitigar os impactos de ciberataques, que se têm tornado cada vez mais sofisticados. Não entre para as estatísticas negativas e conte connosco para ajudar.
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