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Autenticação Forte: saiba como proteger a sua instituição
A transformação digital trouxe novas exigências para a segurança online, e a autenticação forte é agora um pilar essencial para garantir a proteção dos serviços eletrónicos. Está preparado?

Com a obrigatoriedade de normas rigorosas na União Europeia, as entidades públicas devem adotar medidas eficazes para proteger os dados dos cidadãos e assegurar um acesso seguro aos seus serviços.
O que é a Autenticação Forte?
A autenticação forte baseia-se num modelo de segurança que exige a combinação de dois ou mais fatores de identificação, pertencentes a diferentes categorias:
- Conhecimento – Algo que só o utilizador sabe (ex.: palavra-passe).
- Posse – Algo que só o utilizador tem (ex.: telemóvel ou token de segurança).
- Inerência – Algo inerente ao utilizador (ex.: impressão digital ou reconhecimento facial).
Estes elementos devem ser independentes entre si, garantindo que o comprometimento de um não afeta a segurança dos restantes, aumentando significativamente a proteção contra acessos indevidos.
A Evolução da segurança nos serviços online
A introdução da autenticação forte começou por setores críticos como a banca, mas rapidamente se expandiu para a administração pública. Atualmente, os serviços online disponibilizados aos cidadãos devem seguir estas práticas de segurança para garantir:
- Proteção de transações e interações digitais entre entidades e cidadãos.
- Garantia de que apenas utilizadores autorizados podem aceder aos seus dados e processos.
- Confidencialidade e legitimidade no acesso à informação, assegurando a proteção da identidade digital.
O registo inicial dos utilizadores deve ser feito com base em procedimentos rigorosos, validando a identidade e garantindo que os dados introduzidos são autênticos e protegidos.
A implementação da Autenticação Forte
Com a digitalização progressiva dos serviços públicos, que inclui pagamentos online, submissão de pedidos e acesso a dados pessoais, a adoção de mecanismos robustos de segurança é essencial. Atualmente, diversas instituições públicas implementaram soluções eficazes para reforçar a proteção dos seus sistemas, como:
- Chave Móvel Digital (CMD) – Identificação e autenticação seguras em serviços públicos.
- Cartão de Cidadão – Acesso digital baseado em certificados eletrónicos de identidade.
- Palavras-passe robustas e gestão de acessos – Redução do risco de comprometimento de credenciais.
Instituições como a Assembleia Municipal da Maia e a União de Freguesias de Massamá e Monte Abrão já adotaram medidas digitais avançadas para garantir a segurança dos seus sistemas e melhorar a acessibilidade aos seus serviços.
A implementação de autenticação forte não é apenas uma exigência legal, mas também uma necessidade para proteger os munícipes e garantir serviços públicos digitais de qualidade.
Assegure a segurança da sua entidade e avance para o futuro digital com confiança! Entre em contacto connosco para o podermos ajudar.
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